domingo, 24 de fevereiro de 2013
Era uma vez...
No socialismo: Você tem duas vacas. E você dá uma ao seu vizinho. No comunismo: Você tem duas vacas. O Estado fica com as duas vacas e te dá o leite. No fascismo: Você tem duas vacas. O Estado fica com as duas e ainda por cima te vende o leite delas. Na burocracia: Você tem duas vacas. O Estado fica com as duas, mata uma a tiros, ordenha a outra e depois joga fora o leite. No capitalismo tradicional: Você tem duas vacas. Você vende uma vaca e compra um boi. Você consegue multiplicar a quantidade de vacas e aumenta a economia. Você passa a vendê-las e se aposenta com o lucro sobre as vendas da multiplicação de vacas. No capitalismo Venture: Você tem duas vacas. Você vende três vacas para as empresas públicas, usando letras de crédito que um cunhado abriu no banco, depois executa ou debita com uma oferta geral, para ter de volta quatro vacas com uma taxa de isenção de cinco vacas. O valor do leite das seis vacas é transferido diretamente para uma intermediária nas Ilhas Cayman a nombre secreto do acionista majoritário, que vende os direitos sobre sete vacas para a empresa pública. O relatório anual diz que a empresa possui oito vacas com a opção de obter mais uma. Se fosse uma empresa capitalista moderna: Você tem duas vacas. Você vende uma vaca e força a outra a produzir leite por quatro vacas. Depois, contrata um consultor para analisar por que a vaca morreu. Por isso que eu digo, que bom ser proprietário de uma empresa capitalista, que com certa burocracia você tem muito mais leite, mesmo que no papel. O resto vende e sai de férias pelo mundo, nas melhores praias do mundo e com aqueles óculos de sol que adora, acompanhado de quem realmente ama.
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